Mostra Paralela

Quando parei de me preocupar com canalhas, de Tiago Vieira (Ficção, 15 min., 2015, São Paulo, classificação indicativa 12 anos).

Em meio a uma crise política, João Carlos decide se alienar, ele se acha politizado, mas começa se dar conta de que vem se tornando tão chato quanto os taxistas da cidade. Enquanto é perseguido por esse fantasma e vive uma crise de relacionamento, tem um surto de lucidez.

Direção e Edição de Som: Tiago Vieira; Roteiro: Tiago Vieira e Fabricio Ide; Direção de Produção: Rafael Pinto; Produção Executiva: Cao Quintas, Didier Habib, Niny Ring, Patrícia Morena, Rafael Pinto e Tiago Vieira; Empresa Produtora: Vie Filmes; Direção de Fotografia: Pablo Escajedo; Som Direto: Gutu Galuppo, Deby Jay e Alfredo Guerra; Direção de Arte: Luana Pinhanez; Elenco: Matheus Nachtergaele, Paulo Miklos, Otto Ferreira, Nilton Bicudo, Sergio Pardal, Carla Fioroni, Silvio Matos, Vladimir Capella, Dora Smék e Richard Rivera; Montagem: Tiago Vieira e Fernando Honesko; Trilha Sonora: Boogarins e Orkun Hicyilmaz

>>Festival de Cinema de Gramado (Brasil, 2015) / Melhor Roteiro e Melhor Ator; Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo (Brasil, 2015) / Um dos favoritos do público ; Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro (Brasil, 2016) /  Melhor Filme do Júri, Melhor Filme do Público, Melhor Filme da Crítica, Melhor Ator; Festival Internacional de Curta-Metragem de Brasília (Brasil, 2015) / Melhor Filme do Júri; Mostra Curta Pará de Cinema (Brasil, 2016) / Melhor Filme do Júri; Mostra Audiovisual de Dourados (Brasil, 2017) / Melhor Filme do Júri, Melhor Roteiro; Festival Cinema com Farinha (Brasil, 2015) / Melhor Desenho de Som, Melhor Trilha Sonora; Festival de Audiovisual de Belém (Brasil, 2015) / Menção Honrosa; Festival de Cinema de Caruaru (Brasil, 2015) / Melhor Montagem; Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Brasil, 2015) / Um dos 5 melhores curtas do ano; Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba (Brasil, 2015) / Seleção Oficial; Festival de Cine de Pamplona (Espanha, 2015) / Seleção Oficial; BAFTA Aesthetica Short Film Festival (Reino Unido, 2015) /  Seleção Oficial; Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte (Brasil, 2015) / Seleção Oficial; Cinefest Gato Preto (Brasil, 2015) / Seleção Oficial; Mostra Audiovisual de Cambuquira (Brasil, 2015) / Seleção Oficial; Festival de Cine Underground de Buenos Aires (Argentina, 2015) / Seleção Oficial; Festival de Cine Latinoamericano en San Gallen (Suíça, 2015) /  Seleção Oficial; Izmir Short Film Festival (Turquia, 2015) / Seleção Oficial; Festival de Cinema de Miracema (Brasil, 2015) / Seleção Oficial; Mostra Int’l de Cinema Colaborativo (Brasil, 2015) /  Seleção Oficial; Prêmio da Associação Brasileira de Cinematografia (Brasil, 2016) / Seleção Oficial; Festival de Cinema Brasileiro da Baixada Fluminense (Brasil, 2016) / Seleção Oficial; Inquietudo Film Festival (Áustria, 2016) / Seleção Oficial; Festival Internacional de Curtas-metragens do Porto (Portugal, 2016) / Seleção Oficial; Lublin Film Festival (Polônia, 2016) / Seleção Oficial; Mostra Sesc de Cinema (Brasil, 2017) / Seleção Oficial; Festival Int’l de Cine en Vigo (Espanha, 2017) / Seleção Oficial.

#Resistência, de Eliza Capai (Documentário, 56 min, 2017, classificação indicativa: livre)

Durante os meses interinos de Michel Temer, o filme acompanhou as ocupações aos prédios públicos e às ruas, dando voz aos seus protagonistas. De dentro, se acompanha o desenrolar deste importante momento histórico, ao mesmo tempo em que se discute feminismo, educação, cultura e mídia. #Resistência é dirigido e narrado por Eliza Capai, que frequentou as ocupações da Alesp, Minc-RJ, Funarte-SP, a Marcha das Vadias RJ e a Parada LGBTT de São Paulo, entre os meses de abril e agosto de 2016.

Direção, fotografia, montagem e locução: Eliza Capai; Produção executiva: Mariana Genescá
Arte: Bijari; Trilha Sonora: Instituto; Aquarela: Juliana Sheid; Mixagem: Pedro Noizyman; Assistência de Produção Executiva: Jacqueline Melo; Imagens adicionais: Midia Ninja, Jornalistas Livres, #OcupaMinc,  Clara Cavalcanti, Bruno Miranda e The Intercept Brasil; Estúdio de Som: América Music; Tradução e Legendagem: Paula Bara; Coprodução: Usina de Imagem e TVa2.

Casa da Xiclet, de Sofia Amaral (Documentário, 47 min., 2016, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro, classificação indicativa 14 anos)

Xiclet, mantém em São Paulo a Casa da Xiclet: galeria de arte independente, residência artística, espaço de exibição, produção e – especialmente – reflexão sobre as artes plásticas. Vanguardista na realização de um espaço cultural alternativo, que mescla sua própria casa com atividades de galeria e ateliê, Xiclet já expôs obras de mais de 500 artistas, realizou dezenas de exposições, projetou nomes de artistas hoje renomados e, principalmente, provocou e questionou insistentemente o mercado das artes. A Casa da Xiclet não é underground – é playground. O documentário buscou captar esse espírito, e apresentar ao público a história dessa personagem insólita, ácida e cativante, que saiu de uma pequena cidade do interior do Espírito Santo para transformar sua própria casa em uma das galerias de artes mais longevas e importantes no circuito alternativo de artes do Brasil.

Direção, Roteiro e Direção de Produção: Sofia Amaral; Direção de Fotografia: André Manfrim e Ursula Dart; Som Direto: João Pedro Bim, Bruno Lohmann e Greco Nogueira; Elenco: Adriana Duarte (Xiclet), Laerte Coutinho, Celso Fioravante, Nelson Leirner, Lisette Lagnado, entre outros; Montagem: Clara Bastos; Edição de Som e Mixagem: Judaz Mallet; Trilha Sonora: Caio Falcão e um Bando, Lello di Sarno, Zé Maria, Primos Distantes e Lia Paris;